<em>Lusosider</em> despede ilegalmente
Na sequência do encerramento de uma linha de produção em Paio Pires, Seixal, a administração da Lusosider, ex-Siderurgia Nacional, do grupo brasileiro CSN, avançou com um «despedimento colectivo ilegal» que poderá abranger cerca de um terço dos trabalhadores, acusou o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas do Sul. Em declarações à Lusa, Américo Flor confirmou que estão ameaçados 100, de 320 postos de trabalho, e que a ilegalidade prende-se com o facto de «não estarem a ser cumpridas regras estabelecidas no Código do Trabalho». Vários trabalhadores receberam cartas com o aviso de despedimento, situação que Américo Flor considera incompreensível, uma vez que está praticamente concluído o ramal ferroviário de ligação à siderúrgica, custeado integralmente pelo Estado português.
O sindicato vai contactar os ministérios da Economia e do Trabalho, para «exigir medidas que garantam os empregos e a sua estabilidade», e acusa a administração de manter um «permanente confronto com os trabalhadores», violando o Acordo de Empresa e a liberdade sindical, ao impedir a acção sindical dentro da empresa e ao aplicar processos disciplinares e processos-crime aos sindicalistas.
O sindicato vai contactar os ministérios da Economia e do Trabalho, para «exigir medidas que garantam os empregos e a sua estabilidade», e acusa a administração de manter um «permanente confronto com os trabalhadores», violando o Acordo de Empresa e a liberdade sindical, ao impedir a acção sindical dentro da empresa e ao aplicar processos disciplinares e processos-crime aos sindicalistas.